sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CRUZADA DA INTERNET DO BEM

PARTICIPE, CONVIDANDO MAIS CINCO A PARTICIPAREM! 

ONDA DE SUICÍDIO 

Entender o suicídio é tarefa para filosofia, teologia, psicologia, sociologia e seus desdobramentos. Tratamento de ideias suicidas é tarefa de psiquiatria, psicoterapia. 

Quero apenas expressar minha experiência, que não explica nem leva ao entendimento: é puro SENTIMENTO.  

Destaco a ideação suicida como SINTOMA da depressão maior. Se é sintoma, independe da pessoa, depende única e exclusivamente da doença, como a febre depende da infecção. A pessoa não deseja, não quer a ideação suicida, como a pessoa infectada não quer a febre. 

A ideação é obsessiva e compulsiva, avassaladora, domina o consciente com toda a vitalidade de TANATOS, tornando-se mais do que um sintoma: é paixão indesejável, incontrolável, culminando com o ato do suicídio. 

A pessoa não se suicida, apenas MORRE DE SUICÍDIO, como se morre de hemorragia ou de febre a esclarecer! 

Até que ponto ela é responsável, se são forças inconscientes, todo o arsenal do instinto da morte (Tanatos) contra o instinto da vida (Eros)? 

Se pudéssemos sentir com eles, mais do que entender ou explicar, então morreríamos com eles, de compaixão, de misericórdia. Que funesta paixão (sintoma) produzida pela depressão, para a qual nunca alcançaremos suficiente compaixão.  

A depressão é a pior doença da medicina: pouco valorizada, pois a depreciam, afirmando que é fraqueza, pecado ou covardia. Daí o descuido dos parentes e amigos daquele que sofre da doença DEPRESSÃO.  

Ela é exageradamente humilhante, que leva o ser humano ao sofrimento tão insuportável que só o suicídio teria o poder de resolver. É o que sente e pensa o SOFREDOR! 

A solidariedade, a compaixão, a atenção de cada um poderão evitar o SOFREDOR a cometer o suicídio. 

Encaminhar o SOFREDOR ao seu MÉDICO, ao PSICÓLOGO, ao PSIQUIATRA sem perda de tempo, enquanto há tempo. Sem criminosos preconceitos, que disparam o desenlace fatal, por OMISSÃO DOS CORRESPONSÁVEIS PELO SUICÍDIO. 

As conquistas farmacológicas, a psiquiatria, estão ao ALCANCE de TODOS QUE QUEREM EVITAR O SUICÍDIO. Basta agir, buscar. 

É um alerta a líderes religiosos, a parentes e amigos. O "suicídio" tem cura se tratado por psiquiatra, antes de ele acontecer. É doença, antes de ser fraqueza, covardia, pecado, possessão demoníaca. Cabe ao médico psiquiatra tratá-lo e não a qualquer líder, orientador, conselheiro, padre, pastor ou rabino. Cada qual tem a sua autoridade dentro de sua área, mas só o médico tem autoridade e responsabilidade para tratar das doenças que provocam o suicídio. 

Respeitar essa autoridade médica é o primeiro passo para evitar essa onda de suicídio. 

Aqui, os outros, por mais bem intencionados, não passam de curiosos ou omissos! 

Só assim poderemos baixar essa onda de suicídio. 

Reflexão: até que ponto, a sociedade como um todo, é corresponsável pelo suicídio? Até que ponto, você, como indivíduo, é também corresponsável? 

Então? Conscientizar, mudar e agir. 

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

CRUZADA INTERNET DO BEM


DENÚNCIA

A ESPIONAGEM AMERICANA E AS FALSAS
AUTORIDADES VIRTUAIS

A internet aceita de todos, sem a prévia, devida ou indevida censura.

Ela é propaganda e publicidade por isso merece limites de tempo, de espaço! Não deve invadir o tempo, nem o espaço que lhe não pertencem, embora seja, atraente e sedutora, pelas ofertas sem fim, em todas as áreas. Ela já se arroga onisciência, onipresença e onipotência para subjugar todas as áreas da Humanidade, conduzindo-se para o Bem ou para o Mal.

Sua autoridade é questionável; é a maior prestadora de serviços e informações. Criou a Maior Rede de Dependências da História: atualmente quem não depende dela para serviços e informações?

Ela promove progresso mas ambivalente: ao mesmo tempo que favorece, também escraviza indivíduos, famílias, sociedades, nações e até a Humanidade. Assim, sua autoridade virtual passa a suplantar a autoridade real. Progresso a favor ou contra o usuário?

Seu uso é válido e indispensável, mas questionável.

Ora, sendo ela virtual, é interpessoal e irresponsável, principalmente em relação as mentalidades imaturas, como as de crianças e adolescentes e até de adultos.

A responsabilidade e irresponsabilidade recai nas pessoas que fazem uso dela, a Simpática, Atraente e Sedutora Internet, que consegue, como virtual, substituir o real. Aqui mora o perigo: ela, por exemplo, consegue substituir o relacionamento familiar real pelo relacionamento virtual. Cada membro do lar, dentro da mesma casa, ausente do real, mas presente no virtual.

É uma alienação consentida pelos pais e filhos. Promove pelo seu abuso, patologias físicas e mentais preocupantes. É UMA FUGA DO REAL PARA O VIRTUAL, IMPERCEPTÍVEL, à busca de prazer; relacionamentos movediços; informações inesgotáveis, nem sempre úteis, oportunas e saudáveis. Busca tão viciante como drogas, porem o universo das drogas ainda é ilegal, repelido e combatido.

E o universo da Internet como fica? Como filtrar todo o turbilhão de informações: como evitar as redes sociais inoportunas e indesejáveis. Que tem AUTORIDADE E RESPONSABILIDADE PARA SEPARARO JOIO DO TRIGO?
Para impedir o: 1º - Abuso; 2º - A Perda de Tempo; 3º A Obsessão, a Compulsão; 4º A Substituição Esquisóide da Realidade pelo Virtual, enfim, os transtornos físicos e mentais provocados diretamente pela Internet?
Toda esta Autoridade Virtual afeta, desde o indivíduo até as nações.

Aqui entra a espionagem virtual, Estados Unidos X Brasil, provocando as instabilidades da Segurança  Nacional; a Privacidade Inalienável; Quem Pode Deter Esse Abuso das Maravilhosas e até Inacreditáveis Conquistas Tecnológicas?

Por enquanto os Pais podem, dentro do Lar, a supremacia dos Pais a sua Autoridade Real em relação a essa irresistível Autoridade Virtual da Internet.

Diante desse inusitado avanço tecnológico – Internet – só podemos indagar, como os antigos: QUO VADIS?
diante de: 1º - Um Futuro Próximo; 2º - Modus Vivendi de nossos filhos em relação à Internet; 3º - Da Progressiva Manipulação de Mentalidades imaturas; 4º - Da Arrogante e Invasiva Autoridade Virtual da Internet, no seu Endeusamento diário, e na Adoração que lhe prestam os Interessados ou Curiosos ou Necessitados Usuários;
5º - Na prevenção de Patologias que já surgiram e surgirão, em virtude do uso e abuso de todos esses “inocentes”  recursos tecnológicos. É pouco?

O Progresso Científico e Tecnológico abriu a Caixa de Pandora: O quê fazer?


CRUZADA DA INTERNET DO BEM

PARTICIPE DA CORRENTE INICIADA POR ESTE BLOG, DA SEGUINTE MANEIRA:

Se você puder colaborar com toda esta Conscientização apresentada por este Blog, por gentileza pedir a cinco conhecidos ou amigos, consultarem. E eles também estão convidados a fazer o mesmo.

De 5 em 5 espalharemos estas sementes de uma avaliação social séria e responsável de todas essas circunstâncias, para mudar para o Bem todo esse Progresso do Saber Humano!

Formemos a Cruzada do Bem e Belo Uso da Internet a Partir de Hoje: CRUZADA INTERNETE DO BEM

É a resposta ao QUO VADIS.

Aguardem! Em Breve, outras Cruzadas do Bem.


   

sábado, 14 de setembro de 2013

A CRUZADA DA INTERNET DO BEM

A Internet, como todo progresso humano, é ambivalente: funciona tanto para o bem, quanto para o mal. 

O bem sempre melhora a vivência e convivência humanas.  

Esta cruzada tem por finalidade esse bem

Como participar? 

1º) Acessando este Blogspot a cada sete dias para novas matérias; 

2º) Acionando, pelo menos, cinco pessoas conhecidas ou amigas suas, para participarem também desta cruzada;

3º) Estas cinco pessoas acionarão mais cinco, formando a corrente.  

Cada matéria se propõe conscientizar cada um do que é necessário para a saúde mental do indivíduo, do lar, da família, da sociedade... 

Além desta cruzada, instituiremos outras cruzadas do bem

Se esta visão é quixotesca ou viável, só mesmo participando. 

"A vida é mudança, eterna mudança", já pontificava o pré-socrático Heráclito. 

Mudança para o bem ou para o mal, você escolhe. 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

CHACINA DA VILA BRASILÂNDIA E OUTRAS SEMELHANTES

Mudanças e resgate da intimidade afetiva.

Heráclito, Pré-Socrático, afirmou:
“A vida é mudança, eterna mudança”.

Com a devida permissão desse pioneiro filósofo, acrescento à sua afirmação:
Você é livre para escolher, mudar para o bem ou para o mal.

Vimos que a intimidade afetiva é o gatilho que dispara, em determinadas circunstâncias, o que está no íntimo de cada ser humano:

O bem ou o mal;
O amor e o ódio;
A verdade ou a mentira;
A justiça ou a injustiça;
O espiritual ou o racional;
O racional ou o emocional;
O emocional ou o instintivo;
O mental ou o físico;
O Eros (vida) ou o Tanatos (morte);
O Yan ou o Yin;
A luz ou as trevas;
O etc. ou o etc.. 

A lista dos contrastes que estão no íntimo da cada um não tem fim. São qualidades ou crueldades conscientes, consequentes ou inconsequentes.

Esse gatilho da intimidade dispara toda bondade que há dentro de todos nós, os humanos.

Puxa até mesmo crises de transtornos mentais ou físicos latentes ou diagnosticados. Por isso, cada um é bom, às vezes, fora do lar; dentro do lar, o mau caráter se revela, explicando os famosos  “Casos de Família’’ do SBT, os conflitos conjugais, familiares, fraternos, que podem originar tragédias, como as chacinas já citadas.

A Psicanálise do genial Freud explica como os mecanismos de repressão dos instintos, emoções, sentimentos e desejos estão vinculados ao equilíbrio emocional.

Quando, na intimidade, se rompe esse famigerado equilíbrio, o inconsciente reprimido traz à tona o animal enjaulado dentro de cada ser humano. Haja vista as animalescas expressões de torcidas, de jogadores, de dependentes, de fanáticos e até de romanticamente apaixonados! 

Rompem-se os fundamentos do respeito, da responsabilidade, da educação, da moral, da ética, etc; e o ódio e seus desdobramentos operam livremente, sob as mais variadas ações e reações, verbais, físicas, até crimes hediondos e chacinas. Entrevistas diárias (como as dos apresentadores Datena, Marcelo Resende), entrevistas psicológicas e psiquiátricas como as do Jô Soares são suficientes para comprovar o que estamos colocando nesta matéria.

Infelizmente a humanidade nunca foi diferente, como o provam a Pré-História e a História.

Porém, aqui nos restringimos à intimidade de cada um, já que em pouco ou em nada podemos mudar a humanidade, caso contrário, graças aos esforços dos sábios, filósofos, religiosos, teólogos, psicólogos, sociólogos de todos os tempos, já teriam domesticado o animalesco humano!

É bem o “salve-se quem puder ” quando a questão é sobrevivência, necessidades, ambição de poder, competição de mercado, de religiões, de partidos políticos, de discriminados, enfim, do egoísmo de cada ser humano.

Esta é a regra, mas há exceções. A fonte que gera o caráter individual, coletivo, da cultura, da civilização, essa fonte é mais importante do que o próprio caráter. 

A fonte é a natureza humana e não o caráter, o temperamento, a constituição.

A natureza humana, após a queda bíblica de Adão e Eva, nunca foi diferente; já a personalidade é diferente e depende do indivíduo e do meio. A personalidade, como um todo, ou o caráter em particular é relativa: muda no tempo e no espaço, voluntária ou involuntariamente, consciente ou inconscientemente. Todo caráter tem o seu preço, sua relatividade em relação à saúde ou a doença, em relação aos interesses e circunstâncias.

Assim, a personalidade como um todo pode sofrer desvios, alterações, desequilíbrios, doenças. Aqui entra a intimidade afetiva que facilita a expressão voluntária ou automática de cada personalidade. É o gatilho que dispara tais crises de personalidade.

Toda religião, filosofia, psicologia, teologia, etc., são montadas a partir desta particularidade de personalidade. Por isso, não são verdades absolutas, mas verdades (ou falsidades) dependentes da personalidade humana. Daí o sem fim, na história, de religiões, filosofias, psicologias, teologias, cada qual arrogando-se detentora da verdade, mesmo que em nome dessa verdade se leve ao terrorismo das Torres Gêmeas, à guerra civil da Síria, à exploração capitalista, política, religiosa, científica e tecnológica!

Porém, tudo muda quando partimos da imutável natureza humana, na sua essência, imutável desde a queda bíblica, no tempo e no espaço. O ser humano é o mesmo desde sempre, após a queda! 

Todas as propostas religiosas, filosóficas, etc., são válidas ou não, relativas em relação às mudanças do caráter, da personalidade. Muda para o bem ou para o mal, a personalidade, mas nunca a imutável natureza humana!

Desde a citada queda, a natureza humana é bipolar: oscila entre o polo do bem e do mal e seus desdobramentos. O movimento é pendular. Este continuum do bem para o mal e vice e versa já se tornou científico, para explicar os fenômenos biológicos da saúde e da doença.

Assim é a natureza humana e assim caminha a humanidade, ora produzindo culturas do bem, ora culturas do mal, em todas as áreas humanas.

Somos flexíveis feliz e infelizmente, como humanos, contrastando com a feliz fixidez animal. Se é que cabe o termo feliz, pois cada um dá o sentido que quiser ao termo felicidade, seja mental, física ou material: o que é felicidade para um, é desgraça para o outro, daí os conflitos humanos.
Até aqui o que se consegue é reforçar o bem, para dominar o mal que está dentro de todos nós.

Isto torna a condição humana ambígua: bem individual nem sempre é bem coletivo e vice e versa!

Democracia (quando existe) é um bem coletivo, mesmo em detrimento do bem individual.

Ditadura é também ambígua.

Todas as soluções humanas para os problemas da personalidade e da coletividade são ambíguas, daí sempre haverá os insatisfeitos, frustrados, infelizes. A alma humana não encontra o seu repouso, a sua paz, o seu descanso, a sua satisfação permanente: é tudo transitório e condicional. Nada é perfeito em relação à essência e à existência humanas.

Então, como mudar, resgatar a intimidade?

Continua... 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

A CHACINA DA VILA BRASILÂNDIA E O GATILHO DA INTIMIDADE

A intimidade desnuda o nosso emocional e instintivo: sem repressões espirituais, racionais e sociais, na intimidade, no lar, cada um é o que é, ou tenta ser o mais autêntico na sua essência. 

No lar, o esposo tira a sua farda de general, seu terno de diretor ou autoridade funcional, sua fachada social, e passa simplesmente a ser o marido, o pai, o chefe da casa, quase sempre submisso à "dona da casa" e aos caprichos e cobranças dos filhos, o que acontece normalmente, com destacadas exceções.


O esposo diante da esposa, a esposa diante do esposo, se destrincham, se expõem à vontade. Cada um quer ser ou até pode ser o que é ou o que pode. Porém, poucas vezes, cada um deve ser o que deve ser como esposo, esposa, pai, mãe, filho ou pessoa humana.


intimidade afetiva afrouxa o respeito conjugal, paternal ou filial (quando esse respeito ainda exista). A autoridade dos pais fica ameaçada pelas manipulações emocionais dos filhos. Assim, a intimidade afetiva torna-se o céu ou o inferno, como no caso dessa chacina, se é que as notícias estejam corretas.


O filho Marcelinho, um abandonado dentro do lar e aos cuidados da babá virtual Internet, sem a devida censura, participante emocional de assassin's creed (como milhões de jovens), carente da paz e da fidelidade conjugal dos pais; ele, o Marcelinho, passou a sofrer da violência no lar, na intimidade afetiva infernal.  


Tais condições ou circunstâncias favorecem o puxar do poderoso gatilho da intimidade afetiva, que: 


1º) Convulsiona o tanatos de Freud, com seus instintos agressivos, destrutivos, mortais e criminosos;   

2º) Promove crises de transtornos mentais ou de doenças mentais latentes ou já diagnosticadas.

Quem apertou esse gatilho para que houvesse a chacina de Brasilândia, os casos Suzane Von Richthofen, Nardoni e Jatobá, Mércia Nakashima e, através da história, Hitler e os que tais?


Philip Zimbardo, vetusto, famoso e eminente psicólogo entrevistado da revista Veja, de 21 de Agosto de 2013, afirma: "o mal está dentro de todos nós". A Bíblia já afirmara desde quando Eva e depois Adão experimentaram o bem e o mal do fruto da fatídica árvore do conhecimento do bem e do mal. Assim, se o "mal está dentro de todos nós", o bem está dentro de todos nós também.    


Na Antiguidade, esse fenômeno já era proclamado: o bem e o mal, a luz e as trevas, o yang e o yin, o eros e o tanatos de Freud. Na intimidade afetiva, sem as repressões já citadas, cada um pode ser o que é, sem vergonha de o ser, sem as "folhas de figueira" urdidas por Adão e Eva, no Éden, após a transgressão.


intimidade emocional é o gatilho que dispara o bem e o mal que "está dentro de todos nós"; e daí quem é o culpado? Que profunda compaixão desse filho abandonado dentro do lar da e na intimidade. Marcelinho, vítima? Sim! Culpado? A justiça dos homens, legal, oficial, "cega" de misericórdia e ávida de ira (punição) vai apurar.     


Eximir-se da responsabilidade, da escolha frustrada, da culpa, é um fenômeno primordial do ser humano: Adão culpa Eva, Eva culpa a serpente, e a serpente...? Intimidade emocional no lar, no bem, no mal, no romance, na violência, na guerra, na saúde, na doença... "assim caminha a humanidade", desde sempre, ensinando tudo, mas nunca aprendendo a AMAR.


Que contraste entre as culturas e a realidade de cada ser humano! Cada vez mais distantes, complexos, antinaturais e isolados em sua própria vaidade, cobiça e interesse. E chamam tudo isso de "Era da Comunicação". Que comunicação sem intimidade afetiva, não saudável, não produtiva, virtual, tecnológica, artificial: fuga da real e infeliz convivência do lar, da saudosa intimidade racional no comando da emocional. Não se pode mudar esse curso da humanidade sem primeiro mudar o curso do próprio LAR - ninho primevo e insubstituível do ser humano! 


A questão permanece e cada um procura um "caminho": diante do "mal que está dentro de todos nós", como conviver com o bem que está dentro de todos nós?   

domingo, 22 de janeiro de 2012

PSICOTERAPIA: CASTIGO OU PRIVILÉGIO?


A psicoterapia de um modo geral é um privilégio e não uma punição ou castigo. Buscar esse privilégio é buscar saúde emocional, racional, espiritual, física e social. Buscar saúde é mais do que evitar doenças. É conquistar um estilo de vida fundamentado na vida de qualidade. 

Que é vida de qualidade? É qualidade de vida? Não. Não é qualidade de vida. Qual a diferença entre vida de qualidade e qualidade de vida? A pessoa pode ter qualidade de vida sem ter vida de qualidade e vice-versa.


Nossa terapia baseia-se na conquista de vida de qualidade, que é gerada pelo poder humano que chamamos de METAPODER.


Que é METAPODER? É o maior poder, a maior faculdade, a maior qualidade humana. Vai além da razão, da inteligência, dos sentimentos e de outras características do ser humano. Pertence ao próprio indivíduo.